quinta-feira, 24 de maio de 2012

Uma única verdade

Por que quando você quer ir embora os meios se fecham? 
Por que quando você quer desistir o coração insiste em apertar?
 Por que quando você tem que ser forte acaba pensando que não vai aguentar? Por que quando você só quer amar, leva uma rasteira? 
Por que quando você dá importância o outro parece recuar? 
Por que essa nossa condição de só se danar?
 É a vida, doce bruta vida, minha filha.

domingo, 20 de maio de 2012

Quando não sobrar mais nada, rezarás.

O fim


Eu não sabia o que estava fazendo. Meu pensamento andava de lá para cá, tentando achar saída nessa encruzilhada de sentimentos. Nessa encruzilhada que nós mesmo criamos. É uma bolha, é um abismo e, no fim, cacos. É uma pena que você me surpreenda só quando me machuca. E nesse caso, isso é recíproco. Estamos quebrando o que temos e não é qualquer coisa, é algo que não vamos encontrar em mais ninguém. Gostaria de te abraçar, de te prometer o mundo, mas agora tá doendo. Minhas palavras arranham e suas atitudes cortam. Esse ir e vir uma hora esgota. Nossa relação não pode virar ping pong, muito menos "Vale a Pena ver de Novo". Mas o que me preocupa não é o status e sim o fato que todas essas situações aumentam a probabilidade de eu ficar sem você. Não quero que você mude, é bem assim que gostei/gosto de você. Talvez, eu é que tenha que mudar. Na verdade, acho que o problema está em aceitar. Aceitar você e você me aceitar. Com o que a gente sente um pelo outro, fica fácil, fica pequenininho. O que não pode ficar minúsculo é isso que sinto aqui, dentro de mim.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Eu e você, fugindo da razão.

Se você pudesse ser o que eu queria que tu fosse para mim... Eu ficaria com os pés descalços para sentir que abaixo deles não há nada, flutuaria, pelo menos uma vez na vida, aqui, exatamente aqui, nesse meu pensamento falho.

domingo, 22 de abril de 2012

domingo, 25 de março de 2012

Você não irá decidir por ele(a)

  E às vezes, quase por toda vida, temos que nos submeter a ouvir os outros. Muitas vezes, gostaria que tivesse um botão offline nos ouvidos para não precisar ouvir ofensas, mas também serviria se ouvesse um para calar a boca de alguns. Jogam na cara, gritam, descontrolam-se e para quê? Só por não admitirem ter que suportar sozinhos, precisam descontar em alguém o peso de não aguentarem o mundo, e eles. Quando tens 45 anos, já não se muda muita coisa, hábitos viram doenças. Há escolhas e alguns optam por carregar o fardo pela vida inteira, outros mudam, esses vivem em uma tremenda bagunça, organizando e bagunçando, mas não se comportam como carrancudos ou como crianças mimadas, como quiser nomear. Reclamar, esperniar para quê? Suporte, tape os ouvidos, conte até 1000, soque o travesseiro, mas não tente fazer a parte dos outros, não o cabe. São poucos os que admitem que precisam melhorar e raros aqueles que tomam alguma atitude.

domingo, 11 de março de 2012


 Recebo grande quantia. Uma enorme quantia de problemas. Um dia ótimo e dez tristonhos. Já parei de querer saber o motivo de tudo. Tem coisas que nada que o homem crie dará uma resposta exata. Sabe... Um dos meus maiores problemas é sonhar demais. Porém, é a coisa que soa mais bonita em mim.